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Blog Aceleradora 4Comex

12.11.2019 Inovação & Tecnologia

Como preparar as empresas para conquistarem mercados globais com a ajuda das startups?

Você já parou para pensar que o mercado interno brasileiro realmente é gigantesco, com um poder de consumo que estava em crescente ascendência até a crise?

Mas, infelizmente, o Brasil ainda é um país fechado para as importações e isso acaba também por refletir nas exportações, devido à ausência de acordos comerciais (nós representamos menos de 1.5% do comércio mundial). Ao examinar esse cenário, percebemos que a nossa cultura de comércio exterior é incipiente.

As empresas brasileiras, independentemente do tamanho delas, tendem a negligenciar o comércio exterior, sempre deixando essa modalidade para um segundo plano. Entretanto, a importação e a exportação podem ser extremamente lucrativas, se forem bem gerenciadas. 

O primeiro passo de tudo é dissipar o preconceito que “comércio exterior é complicado demais”. Na verdade, um empreendedor brasileiro deveria encarar com naturalidade “complicações”, pois todo o nosso ambiente regulatório é complexo, basta comparar a burocracia brasileira para se abrir uma nova empresa, versus como isso é feito em outros países do mundo.

Então, depois que o preconceito é quebrado e que as empresas passam a olhar para o comércio exterior como uma oportunidade, um novo questionamento emerge: a minha empresa está preparada para o comércio exterior?

Responder a essa pergunta é um desafio atual de muitas empresas, de diferentes portes e indústrias, visto que envolvem diversas variáveis que podem impactar o negócio.

Atualmente para encontrar a resposta para essa pergunta as empresas recorrem ao custoso processo de contratar uma consultoria, pois mão existem ferramentas que possam ajudar empresários e gestores a proceder com uma autoavaliação de modo confiável. 

Para ilustrar melhor o desafio de avaliar se a sua empresa está ou não preparada para o comércio exterior, listamos algumas das variáveis mais importantes:

    - Classificação fiscal: para exportar ou importar no Mercosul, a empresa precisará classificar a mercadoria na     Nomenclatura Comum do Mercosul, o famoso NCM, que está baseado no Sistema Harmonizado (HS Code) da Organização      Mundial das Aduanas (OMA);

    A partir dessa classificação, você descobrirá os impostos aplicados na mercadoria ou o tratamento administrativo (se você     precisa de alguma permissão especial de algum órgão, além da Receita Federal)

    - INCOTERM: termos internacionais da compra / venda. Impacta completamente na estruturação da operação, pois indica     as cláusulas e as responsabilidades do comprador e do vendedor.

    - Contratos de câmbio: o fechamento do câmbio para recebimento ou pagamento da mercadoria.

    - Entendimento sobre a legislação no país de destino: quando é uma exportação o empreendedor precisa responder a     seguinte pergunta: existem regras adicionais para a minha mercadoria? Essa pergunta precisará ser respondida após ter     escolhido o mercado-alvo. Isso também impactará na formulação da Invoice.

Aqui podemos pontuar um ótimo desafio que pode ser resolvido por uma nova startup: Como criar um modelo de auto-avaliação para as empresas entenderem o seu nível de maturidade para o comércio exterior e quais são os pontos críticos a serem trabalhados.

A maioria dos leitores, que já vivenciou ou estudou um pouco sobre esse processo, dirá que ainda existem outras questões como: fretes nacional e internacional, combinado com o agenciamento de cargas; preparação especial de embalagens; elaboração de contrato internacional; contabilização; mapeamento de demanda; elaboração de declarações aduaneiras.

Estamos completamente de acordo que existem essas variáveis, mas uma pergunta que paira em nossas mentes na Aceleradora 4Comex é: "esses pontos são tão distintos assim da essência do modus operandi de uma grande venda no mercado nacional? Será que o sistema já utilizado nas empresas para garantir que seus produtos chegarão ao consumidor de destino ou que suas matérias primas estejam sempre disponíveis já não responderia às demandas da logística internacional? ".

Quando o assunto é exportação e logística internacional, sabemos que existe ainda mais uma dor que é muito latente e por vezes pode barrar o avanço de uma empresa em direção a exportação, que é saber quanto o seu produto custará no país de destino.

A boa notícia é que para esse desafio nós já encontramos a solução, ou melhor uma startup que desenvolveu a solução: a Ship Smart.

Finalizamos esse post com dois convites:

    1. O primeiro direcionada para as startups dispostas a resolver os problemas que citamos ao longo deste post, estamos aqui     para ouvir sua ideia e ajudar no seu desenvolvimento.

    2. O segundo para os empreendedores e gestores das empresas, pensem de forma global, uma empresa que está     nascendo, já pode nascer global e a sua empresa que já aproveita as oportunidades do mercado nacional, poderia ter o     mundo todo como oportunidade, pense nisso!


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Realização

A Columbia Trading é uma empresa atuante no ramo logístico e trading no Brasil, parte do Grupo ECOM, líder mundial em operações de Trading de Commodities Agrícolas, é prestigiada por ser uma das empresas mais éticas e responsáveis. Associada ao Instituto Ethos, pautam a experiência do usuário (UX) como ponto chave para o sucesso. Em 20 anos de existência, especializaram-se em soluções para Comércio Exterior, além de possibilitar um processo mais otimizado de importação e exportação aos seus clientes. Veja mais:

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