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Blog Aceleradora 4Comex

03.10.2019 Dicas

Mas afinal, o que é uma startup?

O mercado está repleto de definições e explicações que buscam criar um entendimento comum sobre o que é uma startup. Existem muitos mal-entendidos e muitas empresas que usam o título de startup sem ser uma ou mesmo depois de já ter se tornado um empresa estabelecida.


Duas definições, em especial, fazem muito sentido para nós da 4Comex. A primeira você encontra no Livro “A Startup Enxuta” do Eric Ries, um verdadeiro manual de administração para empreendedores inovadores e suas startups. Ries afirma que: 


            “Uma startup é uma instituição humana projetada para criar novos produtos e serviços sob condições de extrema incerteza.”


Outra definição que faz muito sentido, é a apresentada por Steve Blank, um empreendedor em série do Vale do Silício e um acadêmico de empreendedorismo:


“Uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.”


Perceba que ambas as definição destacam o fato de uma startup ser uma instituição que opera em um cenário de extrema incerteza, isso significa que estão fazendo algo inovador e com pouca previsibilidade.


Ao entender isso, entendemos também o que não é uma startup. Uma empresa pequena, que tem um produto ou serviço tradicional e pouco escalável não é uma startup, da mesma forma que abrir uma empresa que seja um clone exato de um negócio existente, copiando modelo de negócios, precificação, cliente-alvo e produto, pode até ser um investimento econômico atraente, mas não é uma startup.


Esse tipo de empresa tem seu sucesso atrelado a uma boa execução, tanto que pode haver previsibilidade em estimar seus resultados. Nesses casos o foco da administração da empresa é garantir que tudo siga como o planejado, dentro dos prazos, com qualidade e dentro do custo projetado.


Porém, quando falamos de uma startup, a grande missão da administração é validar o produto, isto é, qualquer fonte de valor para as pessoas que se tornam clientes, e o modelo de negócios em que esse produto está inserido.


Afinal, qual seria o mérito de desenvolver algo no prazo e no custo estimado, mas que ninguém quisesse comprar? De executar com sucesso um plano que não leva a lugar nenhum?


Esse é o motivo pelo qual muitas startups falham, não por serem mal administradas aos olhos das disciplinas tradicionais de administração, mas por desenvolverem um produto que não tem mercado ou criarem uma solução que, na verdade, não resolve um problema real das pessoas.


Eric Ries apresenta em seu livro um modelo de administração baseado na “aprendizagem validade”, um processo para que as startups, que estão se desenvolvendo em cenários de extrema incerteza, possam fazer testes e experimentos que levam ao real aprendizado sobre as perspectivas atuais e futuras do seu negócio.


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Realização

A Columbia Trading é uma empresa atuante no ramo logístico e trading no Brasil, parte de um grupo líder mundial em operações de Trading de Commodities Agrícolas, é prestigiada por ser uma das empresas mais éticas e responsáveis. Pautam a experiência do usuário (UX) como ponto chave para o sucesso. Em 20 anos de existência, especializaram-se em soluções para Comércio Exterior, além de possibilitar um processo mais otimizado de importação e exportação aos seus clientes. Veja mais:

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